BRABAS DO JÚRI
As Brabas do Júri entram em plenário para resultados. Com estratégia, dominam a técnica, treinam a oratória de forma eficiente e eficaz conhecem cada detalhe do processo.
Somos especialistas em advocacia criminal. Nossa história é marcada por casos de sucesso, onde defendemos nossos clientes com comprometimento e excelência. Estamos comprometidos em garantir a justiça e a proteção dos direitos de cada indivíduo.
NOSSA HISTÓRIA
As Brabas do Júri surgiram há dois anos a partir da ideia e da visão de duas professoras mestres, inquietas com uma realidade muito presente no ensino jurídico: a distância entre a formação acadêmica e a prática do Direito Penal e do Processo Penal.
A iniciativa nasceu da percepção da necessidade de qualificação contínua de estudantes em fase final do curso de Direito e de advogados que buscam uma atuação mais segura, técnica e estratégica. Ampliando o ensino para além faculdade, para alcançar a profundidade prática exigida pela realidade forense — especialmente no Tribunal do Júri.

Na prática, isso se reflete nas dificuldades enfrentadas por muitos profissionais: elaboração de peças processuais, condução de audiências, postura em plenário, construção de teses defensivas e domínio do rito do júri. As Brabas surgem, então, como um espaço de formação comprometido com o Direito como ele é, vivido no dia a dia da advocacia criminal.
O nome tem uma origem tão simbólica e espontânea. Durante um plenário do Júri, um promotor — em tom de brincadeira — disse que éramos “mulheres muito brabas”. A expressão nos atravessou. Porque sim, somos brabas: firmes, técnicas, corajosas, presentes e resilientes.
Assim nasceram aa Brabas do Júri.
E seguimos sendo brabas — na sala de aula, no plenário e na prática. Com a impermanência de buscar com garra as melhores e mais justas soluções jurídicas dos conflitos penais. E ao mesmo tempo compartilhando isso com nossos alunos e colegas de profissão.
NOSSA EQUIPE
KELY BRASIL
Me chamo Kely Brasil, sou advogada criminalista, com atuação concentrada no Direito Penal e no Tribunal do Júri. Minha trajetória é marcada pela convicção de que a defesa penal não é apenas técnica processual, mas exercício de responsabilidade institucional e compromisso humano.
No Júri, compreendo que a atuação começa muito antes do plenário. A construção defensiva nasce na leitura criteriosa do processo, na análise técnica das provas e na definição estratégica coerente com a teoria do caso. Para ela, o plenário não é palco de improviso, mas consequência de preparação sólida, domínio técnico e clareza narrativa.
Como Mestre em Direito, a base acadêmica é sólida e atuação prática constante, desenvolve uma defesa que integra estratégia jurídica, consistência argumentativa e compreensão profunda da dimensão humana que envolve cada acusação. Sem romantização do processo penal e sem atalhos argumentativos. Enxergo o Direito como ele é — imperfeito, complexo e humano — e, justamente por isso, exige rigor técnico e consciência ética.
Como professora, me dedico à formação de pensamento crítico, estimulando a compreensão estrutural do sistema penal e seus limites. Ensinar, para ela, é preparar profissionais capazes de atuar com responsabilidade diante do poder punitivo do Estado.
A postura profissional é silenciosa e concreta: responsabilidade, cuidado com o outro e compromisso com a verdade possível dentro do processo.
Na advocacia criminal, especialmente no Tribunal do Júri, a atuação é guiada por três pilares: técnica, consciência e coragem — porque defender é, antes de tudo, assumir a responsabilidade de sustentar direitos quando eles mais precisam ser afirmados.


NATÁLIA TOMÁS
Me chamo Natália Tomás,
Criminalista por escolha, por convicção e por responsabilidade.
Atuo no Direito Penal e no Tribunal do Júri porque acredito que a defesa começa muito antes do plenário e vai muito além da tribuna. Começa na leitura honesta do processo, na estratégia construída com base e na consciência do peso que cada decisão carrega.
Sou professora porque ensinar, para mim, é formar pensamento crítico, não repetir fórmulas. Não acredito em um processo penal romantizado nem em atalhos fáceis. Acredito no Direito como ele é — duro, imperfeito, humano — e na defesa penal como limite ao poder punitivo do Estado.
Minha fé é cristã e orienta minha postura, não como discurso, mas como responsabilidade ética, cuidado com o outro e compromisso com a verdade possível dentro do processo.
Tudo o que faço — na advocacia, na sala de aula ou na formação de profissionais — parte do mesmo lugar: técnica, consciência e coragem.
